O blog da (aspirante a) cantora e escritora Tatianna Raquel desde 2012
domingo, 2 de junho de 2013
Feliz Níver, Zachary Quinto!
O ator Zachary Quinto (1977-), o novo Sr. Spock dos 2 filmes Star Trek dirigidos por J. J. Abrams, está fazendo aniversário hoje. Parabéns! Vida longa e próspera!
sábado, 1 de junho de 2013
Na fila por "Além da Escuridão: Star Trek"
Eram 17:15 do dia 31 de maio de 2013 quando eu resolvi sair de casa e ir ao cinema assistir o tão sonhado filme Além da Escuridão: Star Trek (Star Trek: Into Darkness, 2013) Mas antes de chegar lá, me dei conta que o ônibus linha 155 que ia da Avenida Conselheiro Nébias a Avenida Ana Costa estava demorando pra chegar! (Meu Senhor Jesus, o que fazer?) Por isso fui a pé até àquela avenida (cruzei até o Canal 3) com muita coragem. (Foi quando eu pensei: "Se Muhammed não vai até a montanha, a montanha vai até Muhammed.") Até que finalmente cheguei ao Cine Roxy do Gonzaga!
Às 18h fui pagar um ingresso pra assistir meu filme favorito (e o mais recente) - e em 3D. Só que no momento em que eu ia pagar R$ 6,00 a inteira, a moça do balcão me pediu que pagasse R$ 12,00 a meia em vez do mesmo valor citado acima! Ainda assim fui de ingresso na mão assim mesmo.
Lá pelas 18:05h eu estava na fila com um monte de gente esperando o filme começar quando de repente o cara trouxe os óculos 3D e lá fui eu com os mesmos na mão. Pensei: "Vai ser pra lá de inesquecível!"
Sentada na sexta poltrona da primeira fila, coloquei os óculos 3D antes do filme começar (nem precisou pipoca!) e às 18:15h o filme Além da Escuridão: Star Trek finalmente começou com Kirk, Magro, Spock e o resto da tripulação da Enterprise em missão no Planeta Nibiru Classe M antes de voltarem a Terra (gostei dos macacões azul e vermelho com detalhes, remetem muito os macacões de neoprene para mergulho profissional e são demais; ainda mais esportivos e neo-futuristas).
Depois vi a cena seguinte: em Londres, quando o plano foi o cara que criou a pedido de John Harrison (cujo nome verdadeiro é Khan). Depois outra cena, dessa vez em San Francisco, onde Kirk é rebaixado a Primeiro-Oficial pelo Almirante Pike, que, entretanto, é morto pelo imbecil desse terrorista durante a conferência (lá se foi o Almirante!) e um outro Almirante chamado Alexander Marcus assume o lugar dele - e posteriormente o comando da USS Vengeance (caraca, esse Almirante Marcus é responsável pelo contra-ataque da Frota!). Por isso que Kirk (Chris Pine) é reconduzido ao posto de capitão e vai para a USS Enterprise para mais uma missão: arrancar o couro desse terrorista.
Esse é o nosso heroi!
Informados que John Harrison (ou melhor, Khan) se refugiou em Kronos, a tripulação - incluindo Spock (Zachary Quinto), Magro (Karl Urban) e Uhura (Zoë Saldaña), mais a Dra. Carol Marcus (Alice Eve) - vai até aonde ele está (Spock diz: "Não vai caber", mas Kirk diz "Vai caber! Vai caber!" e depois que a nave auxiliar passa, Kirk diz: "Viu? Eu disse que ia caber!"). Atenção para a tenente Uhura falando klingonês com um dos klingons antes do ataque que termina com John "Khan" Harrison indo preso!
A cena seguinte começa com o terrorista em cana enquanto Kirk, Spock e Magro o observam. Enquanto isso, Chekov (Anton Yel'chin) dá um jeito nas nacelles (Scotty foi despedido pelo Capitão Kirk, pelo menos até nosso querido Engenheiro-Chefe escocês ir até a Vengeance em órbita de Júpiter, a 1 ano e 6 meses distante daqui do nosso planeta) até que um incidente rolou: o Almirante Marcus ordena ao Capitão que se renda! (E agora?)
O que eu gostei foi da cena em que Spock e seu velho eu (Leonard Nimoy) se encontram.
SPOCK: Sr. Spock!
SPOCK PRIMORDIAL: Sr. Spock!
Spock Primordial (na tela) explica a Spock sobre Khan, que quase destruíra a Enterprise em 2285 (de acordo com a linha do tempo primordial) e que é o responsável por esse terrorismo. Um dos meus momentos favoritos entre dois Spocks, interpretados por Zachary Quinto e Leonard Nimoy. (N. da A.: Leonard Nimoy, que tem feito o Spock Primordial no filme anterior de 2009, reprisa brevemente o mesmo papel neste mais recente filme.)
Depois, enquanto ruma a Terra, Kirk e Khan têm que ir a outra nave onde Scotty (Simon Pegg) está, mas depois de serem teletransportados de volta, é tarde demais: a Enterprise começa a ruir (devido aos reatores e torpedos alguns danificados, outros trocados por cápsulas criogênicas) e a tripulação está em perigo! (Maldito Khan!) Agora Kirk vai ter que ir á câmara radioativa (Kirk dá um murro em Scotty antes) para consertar o reator (o mesmo também ia rolar com Spock, que anos depois entraria, ignorando as ordens de Magro e Scotty, numa câmara sem ar para consertar o que danificou) - só pra salvar a Enterprise.
A cena que mais me marcou (e me fez emocionar) foi aquela de Kirk quase morrendo exposto a radiação enquanto Spock o consola (o mesmo ocorre também no filme Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan de 1982, mas de forma trágica: Spock, depois de consolado pelo Almirante Kirk, morre na câmera sem ar; neste filme, porém, os papéis se invertem). Quando eu vi essa cena emocionante entre Kirk (dentro da câmera radioativa) e Spock), quase que me deu um frio na barriga: em 1995, quando eu fui ao mesmo Roxy assistir o filme Jornada nas Estrelas: Novas Gerações em que Kirk (William Shatner) morre heroicamente em Veridian III na cena em que ele e Picard (Sir Patrick Stewart) impedem Soran, eu mal ia completar 17 anos e estava comendo pipoca com minha mãe! Até fiquei emocionada com a cena!
Spock, ao saber que Kirk está semimorto ("Khaaaaaan!"), vai atrás de Khan e arranca o couro dele, mas Uhura o impede.
Duas semanas depois, no hospital, Kirk, já consciente e agora vivo (ele recebeu alta), é recebido por Magro e por Spock e depois volta a ativa. (Quanto ao Khan, bem feito pra ele: foi congelado!)
Mais um momento marcante, dessa vez a cena final: o Capitão Kirk faz seu discurso para toda a tripulação, dessa vez ele anuncia sua missão de cinco anos (é a primeira vez desde 1966 que Chris Pine como Capitão Kirk reprisa o monólogo "Onde nenhum homem jamais esteve" anterior mas famosamente narrado pelo seu predecessor William Shatner na série de TV "Jornada nas Estrelas: A Série Clássica") e depois vimos as partes externa e interna da Enterprise e, claro, o Capitão Kirk no comando (e a tripulação também) prontos para uma missão de cinco anos, terminando com a Enterprise entrando em dobra. Foram 2 horas e 12 minutos de muita ação e emoção com a tripulação da Enterprise (de cara nova!) do início ao fim! E também foi uma experiência em 3D mais que cinematográfica: digital! Até aplaudi o filme com muito elogio e muito carinho e respeito! Isso porque sou uma Trekker número um!
O filme terminou às 20:30h quando finalmente saí do Cine Roxy muito emocionada e feliz por ter assistido o filme - que espero assisti-lo várias e várias vezes em DVD ou em Blu-Ray. E, claro, esse filme conquista muitos fãs - e me conquista muito também.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Cyntia Bandeira Lino em entrevista exclusiva ao meu blog
Assim como eu escrevo livros de contos, temas-livres e crônicas, assim também é a escritora Cyntia Bandeira Lino, 34 anos, que também aprendeu a escrever livros, a começar pelo primeiro, Desabafos de Mulher e continuando com A Luta Pela Libertação. Aqui vai a entrevista com a Cyntia!
CBL: Ele foi lançado em maio de 2012, ou seja, faz um ano. Este livro fala com detalhes sobre o passado sofrido de uma mulher, que está na casa dos 50 anos de idade e que teve quer aprender a lidar com perdas desde o início de sua existência.
TR: Mais uma coisa: você começou a escrever livros (assim como eu escrevi)?
CBL: Bem,eu comecei a escrever as minhas histórias na infância. Mas eu só tive mesmo a vontade de ser escritora com 16 anos de idade e por sugestão de uma colega minha de escola, que via as minhas redações e adorava.
TR: Quais são seus livros/autores/personagens favoritos?
CBL: Se eu falar todos os meus preferidos, ficarei muitas e muitas horas falando, pois são muitos mesmo!(risos). Citarei apenas alguns deles. Vamos lá: Malu de Bicicleta - Marcelo Rubens Paiva - Malu; O seminarista - Bernardo Guimarães - Margarida; O Estudante - Adelaide Carraro - Rubens.
TR: Você é apaixonada por livros assim como eu sou?
CBL: Mas é claro que sim! Os livros são o meu xodó eterno! Eles são meus fiéis companheiros de todas as horas. Quando eu era pequena, ao invés de brincar com bonecas, eu brincava com os livros, acredita? Fazia carinho, conversava, até dormia com eles!
TR: Conte pra gente: por que uma música de fundo (background music) é indispensável para escrever?
CBL: Na minha humilde opinião é porque a música é vida,é uma das representações mais puras e simples do que é estar vivo. Ela sempre causa um impacto emocional tão forte nas pessoas, que as faz ter ótimas idéias, seja na área da literatura, da muda, da arte cênica ou qualquer outro setor cultural. A música, principalmente a clássica, bota o nosso tico e teço para trabalhar a todo o vapor. Produzo bastante texto toda vez que ouço música.
TR: Há possíveis influências no livro (como crossover ou coisa assim)?
CBL: Não foi bem uma mistura de núcleos, mas sim de 30 histórias diferentes, que é o caso de desabafos de Mulher. A luta pela libertação foi baseada em jovens que conheci na década de 80,misturado com algumas criações minhas.
CBL: Esta obra está sendo mais procurada do que a primeira.
TR: Você acaba de lançar o 2º livro (e os outros ainda estão em projeto). Quando seu livro será lançado e divulgado?
CBL: Isso depende muito da repercussão da minha segunda obra. Meu terceiro livro pode ser lançado ou no final deste ano ou em meados de maio de 2014. Depende muito dos leitores.
TR: E quais seus planos para o futuro?
Quem quiser ficar por dentro dos lançamentos do livro da autora (e uma grande amiga minha), curta a página "Obras de Cyntia Bandeira Lino" no Facebook e confira, tem de tudo!
https://www.facebook.com/ObrasDeCyntiaBandeiraLino/
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Chiquitita, a Menina Inspiradora
Chiquitita, diga: o que é que há?
Solidão? Dor? Mais tristeza?
Em seu olhar,
Talvez haja uma esperança.
Eu detesto ver você assim.
Não tem jeito de evitá-la.
Entendo então que o jeito é ser criança.
Chiquitita, fale-me a verdade:
Se chorar, quer um ombro amigo?
Sou sua grande amiga que tu teve neste mundo.
Quem se mostrou sempre foi você.
Vejo agora o quão tem crescido.
Tomara que dividamos isso juntos.
Havia uma menina de 10 anos de idade chamada Anna Rundqvist, filha de Lars e de Stefana. Chamam-na carinhosamente de "Chiquitita" (pela sua beleza nórdica imcomparável e o dom de cantar e dançar) desde que ela nasceu. Chiquitita ia se apresentar no concurso de talentos de Estocolmo, capital da Suécia, mas não tinha sapato bailarina da cor azul-safira! Isso porque todas as meninas da idade dela usam sempre sapatos brilhantes que combinassem com roupas brilhantes ou figurinos básicos ou coisa assim. A Chiquitita chorou tanto até que surgiu uma "fada-madrinha": era Agnes, que veio lhe trazer (como encomenda) um sapato de safira! Feita de pura safira e enfeitado de diamantes, o suficiente para caber no pé da Chiquitita! E não é que essa menina começa a viver um conto de fadas!
Chiquitita, sabemos então
O quão a dor vem e vai e a cicatriz some.
Mas que volte a dançar e a dor vai findar!
Não há tempo pra lamento!
Chiquitita, choramos então,
Mas no céu o sol brilha de tanta alegria.
Pois que me ouça você cantar como a priori fez;
Sua canção, Chiquitita.
Cante então como antes deu,
Sua canção, Chiquitita!
Chiquitita, agora de sapatos de safira e vestido lindo e radiante, sente sua tristeza chegar ao fim e começar de novo a alegria. Ela sorri e imagina como é um mundo encantado dos contos de fadas. Ela contempla um jardim encantado, imenso, nupcial e feérico, cheio de flores coloridas de todos os tipos, onde moram seres angélicos, que se deslizam harmonicamente e trajam vestes luminosas, de matizes suaves e sutis, e são muito amáveis. Que esplêndido! A Chiquitita agora está caminhando rumo ao concurso de talentos! Agora é a vez do Jesper Olsson (o anfitrião do concurso) chamar a primeira das 10 candidatas para a final do concurso: Chiquitita! E lá vem a menininha talentosa pronta a cantar uma canção. E ela canta e dança alegremente uma das canções que sua mãe Stefana adorava. Depois disso, o anfitrião escolhe a Chiquitita e ela ganha o concurso, motivo de alegria de Seu Lars e Dona Stefana, que ficaram feliz em ver sua filha Chiquitita ganhar o concurso de talentos.
Logo depois de ter ganho o concurso, Chiquitita, enquanto lê em seu iPad seu e-book de contos de fadas, sente-se feliz e de novo comtempla o mesmo jardim encantado. E comemora seu talento como cantora e dançarina, assim vivendo um momento fabuloso.
Se você é uma menina que gosta de cantar e dançar e vive um momento de um conto de fadas, realize seu maior desejo de cantar ou dançar ou de fazer as duas coisas. E se você é uma garota superior a 21 anos que gosta de cantar e dançar e revive bons momentos de sua infância e relembra um momento de um conto de fadas, nunca desista de seus sonhos, realize seus desejos e seja virtuosa como uma Chiquitita!
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Trívia:
Sobre a canção:
Chiquitita ("pequenininha" em espanhol) foi composta em 1978 por Benny Andersson, Björn Ulvæus e o já falecido Stig Anderson. Muitas versões preliminares de "Chiquitita" existem. Tinha trabalho títulos de "Kålsupare", "3 Wise Guys", "Chiquitita Angelina" e "In The Arms of Rosalita". Uma versão revisada, que tinha um som que foi parcialmente influenciado pela música "El Condor Pasa (If I Could)" por Simon e Garfunkel, foi gravada em Dezembro de 1978 e lançada como um single em Janeiro de 1979.
Chiquitita ("pequenininha" em espanhol) foi composta em 1978 por Benny Andersson, Björn Ulvæus e o já falecido Stig Anderson. Muitas versões preliminares de "Chiquitita" existem. Tinha trabalho títulos de "Kålsupare", "3 Wise Guys", "Chiquitita Angelina" e "In The Arms of Rosalita". Uma versão revisada, que tinha um som que foi parcialmente influenciado pela música "El Condor Pasa (If I Could)" por Simon e Garfunkel, foi gravada em Dezembro de 1978 e lançada como um single em Janeiro de 1979.
Com o sucesso do versão inglesa, ABBA também gravou "Chiquitita", em espanhol simplesmente fonética.
"Chiquitita" foi hit #1 em vários países em todo o mundo: Bélgica, Finlândia, Irlanda,Holanda, Nova Zelândia, Espanha e Suíça, ao alcançar o Top 5 na Austrália, Alemanha Ocidental, Grã-Bretanha, Noruega e Suécia, tornando-o mais bem sucedido single do álbum Voulez-Vous, em termos de gráfico global e uma das canções mais famosas de sempre. A música fala sobre uma garotinha que está deprimida e recebe o incentivo de alguém que se identifica como a melhor amiga. Na Grã-Bretanha, a faixa estreou em #8 na parada de singles, o que torna o lugar mais alto em estreia para um único lançamento do ABBA. No entanto, apesar desse enorme sucesso, "Chiquitita", foi menos popular na França(só atingindo #13), Canadá (onde chegou à posição #17), os Estados Unidos da América (chegando a #29) e Itália (com um pico de #48). Mas até hoje, 50% das receitas da música vão para a UNICEF, em reconhecimento ao Ano Internacional da Criança em 1979. Em maio de 2007, "Chiquitita" ganhou da UNICEF mais de 15.000.000 de coroas suecas (cerca de 2,5 milhões de dólares).
"Chiquitita", foi um dos poucos singles de ABBA lançado sem um vídeo feito sob encomenda. Desde então, em coletâneas de vídeos do grupo, um programa de televisão contemporânea da música tem sido utilizada. Este clipe foi gravado na BBC para o show Abba in Switzerland, difundiram por toda a Europa na Páscoa de 1979. Neste, a banda aparece cantando a música em uma montanha, com um boneco de neve no fundo. Um problema óbvio com o ventilador durante as filmagens Frida afetadas em todo o clip cujo cabelo constantemente voou na cara dela e ela teve que continuar se movendo para fora dos olhos.
Em 1979, a cantora paraguaio-brasileira Perla regravou o sucesso "Chiquitita", sob o título "Pequenina" (versão de Wally e da própria Perla) em seu álbum homônimo. Perla também havia regravado a canção "Fernando" em um álbum anterior.
Há duas versões raras de uma mesma música: uma da boy band porto-riquenha Menudo e outra da cantora grega Nana Moskouri.
Em 1993, o grupo croata Vatrogasci (os bombeiros) fez uma paródia da música, traduzindo-a em croata para "Čičikita". Esta versão contou com um arranjo turbofolk.
O pianista francês Richard Clayderman gravou sua versão, juntamente com 14 outras canções do ABBA, para o álbum Richard Clayderman Plays Abba, de 1993.
O cantor irlandês Stephen Gately gravou sua versão da música e lançou-a na compilação ABBAmania em 1999.
Uma versão do grupo de dance Abbacadabra foi lançada no final de 1990 através da Almighty Records. Foi incluído na compilação 2008 We Love Abba: The Mamma Mia Dance Compilation.
O grupo alemão de Eurodance E-Rotic cover da música de seu álbum de tributo ABBA Thank You For The Music.
Uma trecho de dance por Electric podem ser encontradas na compilação Lay All Your Love On ABBA.
Sinéad O'Connor regravou "Chiquitita", como sua contribuição para a coletânea Across The Bridge Of Hope - lançado para apoiar as famílias das vítimas do atentado de Omagh - a versão de O'Connor em 1999 omite o segundo verso da canção.
No álbum tributo ABBAMetal (também lançado como um tributo ao ABBA ), a canção é regravada pela banda alemã de heavy metal Spiral Tower.
Dois covers da canção por Donna Burke foram incluídos na importação Japão de 2001 ABBA Ibiza Caliente Mix Compilation.
A compilação ABBA Mania de 2004 na Alemanha traz uma regravação da canção de Lucy , a cantora do grupo pop alemão No Angels.
A canção é regravada por Edie em Abbalicious, uma compilação de homenagem ABBA 2004 realizado por vários drag queensda União Europeia.
Uma punk cover da música foi gravada pela banda indie Come 'n Wait para o seu álbum de Rock & Dolls de 2005.
Um cover da música por Kress pode ser encontrado no 2006 chill out music de compilação ABBA Chill Out.
A tribute band alemã AC / DC Riff Raff gravou um cover de AC / DC para o seu estilo 2006 do álbum Rock 'N' Roll Mutação Vol. 1: Riff Raff Performs ABBA . 1: Riff Raff Plays ABBA.
A banda ABBA Dreams gravou um cover da canção.
A versão da canção finlandesa a cappella do coral ensemble Rajaton pode ser encontrada em seu álbum tributo ao ABBA de 2006 Rajaton Sings ABBA Com Lahti Symphony Orchestra.
Lavender Diamond regravou a cover da música como um dos b-sides ano de 2007 no Reino Unido single Open Your Heart.
Um cover estilo jazz / lounge da música por Dennis Clark pode ser encontrado na coletânea de 2007 El Pecado La Paloma Blanca. Também foi incluído no álbum de 2008 Bossa Mia: Músicas do ABBA pelo grupo americano BNB.
A cantora espanhola Charo gravou a canção para seu álbum de 1981 Bailando Con Charo e a apresentou em seu Bally's Reno concert em 1988.
A canção é executada no musical e do filme Mamma Mia! pelos personagens de Tanya e Rosie. No contexto do musical, Donna foi surpreendida pela chegada dos três possíveis pais de sua filha, e a canção é usada por suas amigas, a fim de consolá-la e descobrir por que ela está tão chateada, no filme eles tem que persuadi-la a sair do esconderijo. No Brasil, a versão da música "Chiquitita" foi escrita por Cláudio Botelho especialmente para a versão brasileira do musical que ficou em cartaz em São Paulo.
Leona Lewis cantou a música no programa de TV britânico X-Factor.
"Chiquitita" foi usada como tema de abertura para o drama japonês "Strawberry Shortcake".
Ela foi usada no episódio 2.04 do Queer as Folk nas finais.
É usada neste conto como uma música-tema da personagem hormônima e a versão e letra em português são minhas.
Sobre este conto:
Chiquitita, a Menina Inspiradora, baseado na canção do ABBA, foi criado e escrito como rascunho em 4 de abril de 1995 (no dia em que minha sobrinha Jeynne Carrillo completou um ano de idade) e falava sobre uma garota escandinava que, mesmo com seu jeito de menina, cantava, dançava e queria ser uma musa inspiradora do ABBA. O nome dela (no rascunho) era Francesca Kurtsson-Carpenter, mas depois foi recém-mudada para Anna Rundqvist.
Os outros dois personagens regulares do rascunho - Brigitta Fridiksson e Per Ulvæus - mais outros personagens de apoio no rascunho - ficaram de fora. Só Lars e Stefana Rundqvist, os pais da Chiquitita (mais o anfitrião Jesper, as candidatas de 8 a 12 anos, os seres angélicos feéricos do jardim encantado, a simpática Agnes e o resto dos personagens de apoio) foram adicionados para este conto.
A capital sueca de Estocolmo (Suécia, onde o ABBA foi criado) lhe serviu de lugar o bastante para o enredo deste conto. O jardim encantado de sonhos que Chiquitita contempla com seus próprios olhos enquanto caminha de sapatos de safira (e que ajuda a transformar a menina triste em menina alegre com muito amor e carinho) serve de sequência feérica, ou seja, cheia de fantasia; o único conto a não usar sequência onírica (dream sequence) nenhuma!
No rascunho original deste conto, Chiquitita tinha 20; neste conto, entretanto, a idade da Chiquitita foi subtraída de 20 para 10 anos de idade para aprimorar o enredo, já que todas as meninas de 10 anos de idade no mundo todo estão se preparando para a adolescência a cada minuto.
Os temas para este conto (voltado às garotas a partir de 10 anos de idade) são amizade, carinho e talento, pois este conto mostra que é necessário que toda garota banca uma menina de 10 anos para superar a depressão e a tristeza na própria (e também na alma), receber o apoio e carinho de alguém querido e se tornar a mais feliz de todas as meninas que saibam cantar.
Tanto o rascunho de 1995 quanto o conto deste ano também tinha curiosamente influenciado as Chiquititas, um grupo infantil (e uma novela) criada pela Telefé Argentina em 1994 e exportada para mais de 70 países, incluindo o Brasil, onde a novela foi exibida no SBT de 1997 a 2000. Uma nova adaptação de Íris Abravanel para a novela Chiquititas já está sendo produzida em 2 países diferentes em 2013.
É a primeira vez neste conto ou livro que a Chiquitita usa sapatos de safira em seus pés.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Do site oficial de Vitas: O apelo de Sergey Pudovkin aos fãs do cantautor russo
Meus caros amigos!
Agradecemos de todo o nosso coração para apoio de Vitas nos dias de hoje, por suas cartas, por suas palavras carinhosas e gentis, pela atmosfera no programa Pois Que Digam, pelo seu entendimento e pela sua ansiedade. Todos esses meios de comunicação que perseguem contra o artista, que fizeram muito para representar a Rússia ao mais alto nível no exterior, não são adequados para uma roda quebrada. Ninguém ficou ferido, mas, no entanto, o homem, o artista, meu amigo está sendo castigado e humilhado, inventando acusações absurdas a respeito dele, de acordo com todas as regras da campanha difamatória que é tão apreciado por todos os meios de comunicação modernos. Em qualquer caso, a punição (se a culpa de Vitas for estabelecida) deve ser adequada a um incidente. O status de um artista, uma estrela, uma pessoa famosa não pode ser uma base para uma perseguição pública, ação penal e humilhação indisfarçável por curtidores loucos e apoio dos jornais e tabloides. Por causa disso sua participação e empatia nesta tragédia humana são o único apoio pro Vitaliy e pra mim. É um momento difícil, dias difíceis, mas eu prometo a vocês - não só vamos resistir contra a perseguição, mas vamos provar o nosso trabalho criativo, nossa devoção a vocês, nosso querido público e amigos, a cada dia. Valeu estar com a gente! Pedimos desculpas a todos aqueles que sofreram danos no acidente, para o nosso público que estiveram envolvidos neste escândalo de mídia de massa, aos nossos amigos, parentes e todas as pessoas.
Com respeito,
Sergey Pudovkin
sexta-feira, 17 de maio de 2013
A espera acabou: o filme "Além da Escuridão: Star Trek" estreia hoje nos cinemas do mundo todo
Foi uma espera e tanto! Agora os trekkers podem respirar aliviados: o filme Além da Escuridão: Star Trek (Star Trek: Into Darkness, 2013) - dirigido por J. J. Abrams e estrelado por Chris Pine (Capitão Kirk), Zachary Quinto (Comandante Spock), Zoë Saldaña (Tenente Uhura) e grande elenco - acaba de estrear internacionalmente nos cinemas - e daqui a 4 semanas vai estrear também no Brasil!
Só lembrando que, na próxima postagem (que ocorrerá nas próximas 4 semanas), postarei neste blog minha crônica "Na Fila por Star Trek Into Darkness", que fala sobre como os fãs da franquia Star Trek (incluindo eu) podemos assistir o filme nos cinemas de Santos. Aguardem minha crônica a ser postada e cruzem os dedos!
O filme já está em cartaz e se você quiser saber mais sobre, acesse:
http://www.startrekmovie.com/
P.S.: Filmaço!
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