domingo, 27 de abril de 2014

Foto do mês: abril de 2014

Ser mulher "Pink das estrelas" como Pink Flash não é somente:
- ser mais valente
- ser mais charmosa
- ser mais versátil
É mais que isso:
É poder ir mais longe possível com seu coração,
É saber olhar sua beleza interior,
É ser mais romântica, mais linda e melhor do que antes,
É ser mais livre,
É se livrar dos obstáculos que te destroem,
É ver mais além de sua compreensão,
É ser a dona de seu próprio sonho,
É correr risco de tocar fundo
E ser uma mulher virtuosa e abençoada por Deus, o que de fato, assim como eu…
VOCÊ TAMBÉM É! 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Tatianna Raquel Podcast Episódio 18: "O pássaro imortal do paraíso"

Olá, gente! Fala Tatianna Raquel e este é o meu podcast, aqui neste blog. Cada quinzena um assunto diferente pra você ficar bem informado no que rola por aí (acompanha também a versão em áudio, disponível em Mp3 para baixar e escutar no iPod Touch, no iPhone ou no Tablet. 
Bom divertimento! 

Entusiasmada encantadora de pássaros, nossa amiga gaúcha Karina teve a sorte de morar na região litorânea do Rio Grande do Sul. (Lembra do Pássaro Imortal que é o episódio de Comando Estelar Flashman e respectivamente o conto que eu escrevi em Contos e Temas-Livres da minha autoria? São estes que também têm base neste episódio do meu podcast!) Em 1990, quando Karina tinha 14 anos, depois de assistir o episódio de Flashman, "SOS! Pássaro Imortal!", ela ia até onde estavam as aves, pertinho da praia. Ela adorava os pássaros que visitavam seu jardim até a praia, e lembrava-se dos nomes deles. Seu preferido era o pavão branco, que era similar a fênix e que sempre a deslumbrava.

Certa vez, Karina saiu de casa para estudar na Universidade de Porto Alegre, e depois encontrou um trabalho na mesma capital gaúcha. Só que sempre pareceu haver uma comunicação com um pássaro imortal (como Karina chama assim) em sua vida. Isso aconteceu em 2004 quando Karina se mudou para Porto Alegre.

Em 2008, ela se preparava para se casar, em Porto Alegre. Chegou o grande dia, com um dia ensolarado: céu azul bonito e sol brilhando. Estava quase tudo pronto, e só lhe faltava esperar pelo buquê, que a floricultura do centro da cidade estava prestes a enviar. Por fim, a campainha tocou e o dono da floricultura entregou um buquê de noiva, com rosas, lírios e orquídeas phalaenopsis, todas brancas.
Ao receber o buquê, Karina ficou pasma de prazer, pois ali estava, aninhado entre as flores, um pavão branco de brinquedo, com asas abertas, similar a fênix. Foi aí que ela se deu conta que o nome da floricultura era justamente Fênix Floricultura & Presentes. Agora o dia estava perfeito, pensou Karina. E não é que o pássaro imortal lhe deu também tanta sorte ao lembrar desse momento fabuloso que essa gaúcha tem vivido! 


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sábado, 12 de abril de 2014

Astronautas e cosmonautas rumo a EEI!

Muito obrigada a Sarah Brightman e ao astronauta Scott Kelly da Estação Espacial Internacional por fornecerem a foto!

Deu no site de Sarah Brightman: a Sarah esteve lá com os astronautas da NASA e os cosmonautas da Soyuz em plena Rússia. Em março de 2015 (no ano que vem), Scott vai trabalhar e viver no espaço durante um ano a bordo da Estação Espacial Internacional (e Sarah vai acompanhar os astronautas cantando as músicas do CD Dreamchaser para eles!).
Boa sorte na missão com os astronautas e cosmonautas, Scott! E Sarah, com suas canções ligadas ao cosmos, desejo-te sorte! 

sábado, 5 de abril de 2014

"The Hymn of First Contact"

Letra: Ken Paul
Música: Jerry Goldsmith

The time comes in each planet's life, when the truth comes to light,
And touches every heart, to see it's time to start,
To build a future based on love, with some help from above;
Those always at our side, no more need to hide!
And so we gather here, courage that conquers fear,
To see that our grand dreams are finally drawing near.
Into our future we take flight, here tonight, hopes so bright,
Forever live and thrive, truly being alive!

Tradução:

Chega o momento na vida de cada planeta, quando a verdade vem até a luz,
E toca cada coração, para ver que é hora de começar,
Para construir um futuro baseado no amor, com alguma ajuda lá de cima;
Quem estiverem sempre ao nosso lado, não mais precisam se esconder!
E assim nos reunimos aqui, a coragem que vence o medo,
Para ver que os nossos grandes sonhos estão finalmente se aproximando.
Em nosso futuro, alçaremos voo, aqui hoje a noite, espera tão brilhante,
Vivendo e prosperando eternamente, vivendo de verdade! 

(Nota: Em 20 de agosto de 2012, postei uma matéria sobre o filme Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato e postei 5 dos 7 versos da mesma canção de Jerry Goldsmith, "The Hymn of First Contact", com letra de Ken Paul. Transcrevi apenas o primeiro verso seguindo da tradução em português.) 


http://soundcloud.com/tatianna-raquel/the-hymn-of-first-contact-main

quarta-feira, 26 de março de 2014

Tatianna Raquel Podcast Episódio 17: "Como eu aprendi a saudação vulcana (e judaica!) com Leonard Nimoy

Olá, gente! Fala Tatianna Raquel e este é o meu podcast, aqui neste blog. Cada quinzena um assunto diferente pra você ficar bem informado no que rola por aí (acompanha também a versão em áudio, disponível em Mp3 para baixar e escutar no iPod Touch, no iPhone ou no Tablet. 
Bom divertimento! 

Hoje o ator Leonard Nimoy está completando 83 anos. (Ele, coitado, tem DPOC, mas vai ficar bem!) Pela primeira vez aqui no podcast deste blog, vamos falar da saudação vulcana que ensinei com o Len.

De acordo com o que Leonard diz em seu livro "Eu Sou Spock" (I Am Spock, 1995), a saudação vulcana de origem judaica foi ele que pegou emprestado de um símbolo oriundo de um judaísmo ortodoxo. Durante o culto da Páscoa judaica, os kohanim (sacerdotes) costumam abençoar os fieis. Eles ergem as mãos mostrando as palmas para a congregação, com os polegares esticados e os dedos médio e anelar separados de forma que cada mão forme fois Vs. Esse gesto simboliza a letra hebraica shin, de "Shaddai" ("Todo-Poderoso" em hebraico).

Segundo ele, quando ele era um garoto, ele e a família iam até a um shul ("sinagoga" em yiddish) todos os feriados e ele ouviu um canto entoado por seis kohanim, abençoando a congregação, dizendo em hebraico:

"Yevarechecha Adonai veyishmerecha,
Ya'er Adonai panav eleicha vichunecha,
Yissa Adonai panav eleicha veyasem lecha shalom."
("Que o Senhor abençoe e guarde vocês,
Que o Senhor sorria para vocês e presenteie vocês,
Que o Senhor olhe para vocês bem nos olhos e os faça prosperar." - Tradução da The Message-MSG)

Durante a oração, quando a Shekhina (Presença de Deus) surge em forma de luz para abençoar a congregação, ou os fiéis fecham os olhos ou cobrem sua cabeça com talit. Enquanto isso, Len viu, mas o pai dele disse: "Não olhe!" (Sorte dele que foi Len que descobriu aque gesto que lhe veio à cabeça!) 

Foi preciso 25 anos para que Leonard criasse a saudação vulcana, de descendência judaica, a partir do episódio de Jornada nas Estrelas: A Série Clássica, "Amok Time" (episódio da segunda temporada, que estreou na tevê em 1967). A partir daquela década de 60, milhões de trekkers mundo afora aderiram a saudação vulcana até hoje (e fui eu que adotei como um gesto sadrado de um jeito judaico). "Me dá um grande prazer desde que seja, afinal, uma bênção", disse Len.

Sr. Nimoy, não vou esquecer da saudação vulcana que o senhor ensinou!

P.S.: Feliz Níver pro senhor, Sr. Nimoy! LLAP! 





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terça-feira, 25 de março de 2014

Livro "Contos e Temas-Livres" é lançado hoje no Wattpad

O livro cujo conceito levou quase 20 anos para acontecer vai encantar os leitores de todas as idades e promete muito mais. Tatianna Raquel conta mais detalhes.

Oi, gente! 

Acabo de lançar no Wattpad o livro/e-book da minha autoria, "Contos e Temas-Livres", especialmente para vocês.

Eu me lembro que, quando eu tinha 11 anos de idade, eu escrevi meu primeiro livro, "Meu Jeffrey Jones", coisa que eu aprendi com a tia Ana Lúcia seis anos antes. No ano seguinte desenhei "Pérola, a Moça do Além" (publicado no suplemento "A Tribuninha" do jornal "A Tribuna" em 1990) e meu tema-livre "Ana e a Cidade de Santos". Foi preciso 4 anos e meio para que eu escrevesse no meu caderno - de 1994 a 1996 - os livros de contos e temas-livres da minha autoria. Com a era da internet, dos DVDs e blu-rays, dos downloads de música em Mp3 e as redes de HDTV, eu escrevi em 2008 o livro "O Pássaro da Felicidade" (baseado na música de Aleksandra Pakhmutova), completo em 2010. Bastavam quase 20 anos para que esse livro acontecesse; e aconteceu: realizei meu maior desejo de escrever meu livro (também como autora de livros). Como vocês podem ver, eu sempre gostei de um conto de fadas mutualmente.

Escrever um livro de 30 histórias sempre foi um sonho pra mim. Bem, fiquem ligados e espero que meu livro "Contos e Temas-Livres" seja a companhia ideal para o seu dia-a-dia, para ler e se inspirar!

Com todo meu apreço,
Tatianna Raquel  

segunda-feira, 24 de março de 2014

Tatianna Raquel Podcast Episódio 16: "Bairro da Liberdade, um pedaço do Oriente"

Olá, gente! Fala Tatianna Raquel e este é o meu podcast, aqui neste blog. Cada quinzena um assunto diferente pra você ficar bem informado no que rola por aí (acompanha também a versão em áudio, disponível em Mp3 para baixar e escutar no iPod Touch, no iPhone ou no Tablet. 
Bom divertimento! 






Era 10 de março deste ano. O dia estava ensolarado e a brisa era gostosa. Sob as bênçãos de Deus, resolvi ir a São Paulo, no bairro da Liberdade. Lá pelas 11h(e depois que saímos de casa) fomos até o Canal 4 pegar o ônibus turístico que vai para São Paulo. Antes, porém, tivemos que pagar as passagens e prosseguir a viagem conforme planejado. Ao prosseguir o trajeto, passamos pela Imigrantes. Ainda chegando ao planalto, vi a Represa Billings. Após cruzar as 2 cidades - Diadema e São Bernado - chegamos a São Paulo, no terminal do Jabaquara. Chegando lá, fomos pagar as passagens do metrô - Linha Azul - e para ir ao bairro da Liberdade, tivemos que andar de metrô, seguindo o trajeto Jabaquara-Liberdade-Jabaquara. Ao chegar lá, saímos da estação de metrô e quando chegamos, fiquei maravilhada com aquilo que chamo de "pedacinho do Japão": chegamos ao lugar certo! Fomos à Livraria Sol e não tinha livro sequer dos Flashman que eu queria! (Mas quem sabe vou achá-lo!) Mas fomos almoçar no Terraço do Chopp e comemos coisas gostosas. Depois, fomos a vários lugares: à loja de cosplays, ao shopping onde comprei uma kokeshi, à loja de presentes Kioto, onde comprei um leque, cartões, papel origami e sandália japonesa, ao supermercado onde compramos coisas gostosas, na lojade  1, 99 onde comprei um guarda-chuva oriental, no sebo e comprei na banca um cartão-postal, um CD de Kiyoshi Hikawa (a nova geração do enka da era Heisei) e o jornal São Paulo Shin'Bun. Foram boas compras antes de voltar para o Jabaquara (e espero visitar o bairro oriental da Liberdade várias vezes). Pegamos o mesmo metrô pra ir ao Jabaquara, onde, minutos depois - por volta das 16:45h - pegamos o ônibus turístico. Deixamos o tetminal rodoviário - e São Paulo - porque tínhamos que voltar para Santos e entramos na Imigrantes, daí fomos à Rodovia Anchieta e, ao descer a serra, tivemos, porém, que enfrentar a neblina e o tráfego de caminhões e veículos durante a descida, mas tão logo chegamos a Cubatão, o arco-íris apareceu. E aí prosseguimos até chegar a Santos, onde chegamos ao terminal rodoviário, depois prosseguindo da saída do túnel a Rua Brás Cubas, desde a Rua Luiza Macuco até a Avenida Conselheiro Nébias. E depois fomos pra casa, felizes da vida. Quem me dera visitar o mesmo lugar de novo!




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