sábado, 12 de outubro de 2013

Tatianna Raquel Podcast Episódio 06: "Bom é ser criança"


Olá, gente! Fala Tatianna Raquel e este é o meu podcast, aqui neste blog. Cada quinzena um assunto diferente pra você ficar bem informado no que rola por aí (acompanha também a versão em áudio, disponível em Mp3 para baixar e escutar no iPod Touch, no iPhone ou no Tablet. 
Bom divertimento! 


 
Jesus disse: Não tentem afastar estas crianças! Não as impeçam de vir a mim! O Reino de Deus é feito de pessoas que são como crianças. (Mateus 19.15)
Foi assim que o Senhor Jesus abençoou cada uma delas. Ele sorriu e lhe disse: Eu garanto a vocês que se não se tornarem inocentes como esta criança, não entrarão no Reino de Deus. Quem for pequeno, será grande no Reino de meu Pai. E quem acolher uma criança em meu nome, também irá me acolher.
Hoje muitas crianças no mundo todo oram pro Senhor Jesus pra dar essa direção a elas (e aos anjos também) e são inocentes e muito carinhosas. As crianças têm uma ligação direta com os anjos do Senhor Deus. Fique atento para as atitudes desprendidas e livres das crianças. Aprenda com as crianças a se comunicar sem barreiras com os seus próprios anjos e seguir sua estrela em busca de um sonho. Mesmo que você não tenha uma criança em casa (nem eu a tenho ainda, no meu caso), há possibilidade de você visitar parques e praças, passar um dia com os filhos dos amigos, ser voluntário numa creche ou instituição.
Repare como as crianças são como anjos e estão por toda a parte.
Nessa sua empreitada com o mundo fabulosamente feérico, celestial e divino, é importante estar perto dessas crianças - que já fomos um dia - para aprender a fazer um pedido a uma estrela, seguir uma estrela e buscar sonhos, ouvir e ler contos de fada (também em multimídia) e voar com elas - tudo sob as bênçãos de Deus.

Que prazeroso ter filho pequeno e ter que contar histórias fabulosas, acelerar a mente para descrever castelos, princesas, príncipes, fadas madrinhas, jardim feérico e encantado todo florido, animais que falam, estrelas que dançam, chuva que tem sabor de fruta, cristal diamantino que se explode no ar e vira… chuva de estrelas.
Que delícia o sabor da infância, ver a energia inesgotável dessas crianças correndo, gritando, querendo mais, com uma curiosidade infinita, cheia de perguntas, querendo aprender a decodificar esse mundão que Deus criou pra gente.

Rico o aprendizado deste terceiro milênio, desta nova era, que nos possibilita ter Blu-Ray em casa pra assistir inúmeras vezes os mesmos filmes (lindos!) da Pequena Sereia, Branca de Neve, A Princesa e o Sapo e outros como O Hobbit, Enrolados, As Crônicas de Nárnia, Valente e séries como H2O: Just Add Water e outros. As crianças querem ver insistentemente o mesmo filme muitas vezes, e a cada vez tem uma sacada que supera a anterior.
Adoro assistir a esses filmes (como O Pássaro Azul de 1976) e séries (como Viajantes do Tempo e Supernova Flashman) que me transportam para um mundo encantado (e aventureiro também), fabuloso, e me fazem flutuar, deixando a realidade de lado por um momento. O mesmo ocorre na sequência "onírica" do livro Chiquitita: A Menina Inspiradora que eu escrevi: Chiquitita calça em seus pés os sapatos de safira e de repente é transportada para um mundo de fantasia, a medida em que ela anda, canta e dança no meio do caminho. (Quando eu escrevi o livro Chiquitita, imaginava uma menina talentosa e cheia de sonhos, como todas as meninas da idade dela.) Bem, o que me comoveu na metade dos anos 90 de fato era ver a linha de raciocínio da minha sobrinha Jeynne brincando com sua Barbie, se ampliando, vê-la compreendendo e tudo o mais.
É o exercício da evolução que nos é retratado (sorte de quem estiver atento). Até os adultos precisam ver várias vezes o mesmo assunto pra compreendê-lo. Cada um tem o ritmo de aprendizado.
O raciocínio de nossas crianças está rápido e implacável, somos fruto do que vemos e vivemos. 

Voltando a falar do assunto: quando eu tinha cinco anos, eu brincava de boneca, assistia o programa Balão Mágico de segunda a sexta de manhã e Sítio do Picapau Amarelo todas as tardes, assistia todo domingo a tarde na Record a série Man from Atlantis, escutava músicas infantis (algumas cantigas de roda, outras da Turma do Balão Mágico) no Cassete Player e até me encantava com histórias de contos de fadas ("História de Rapunzel", por exemplo) - sempre gostei de contos de fadas com final feliz. Na segunda metade da década, quando eu tinha de 10 para 11 anos, comecei a assistir tokusatsu pela tevê e brinquei no parquinho da praia, imaginando coisas fabulosas, aprendendo algo novo. Tá na cara que eu assisti Kyōju Tokusou Juspion e Dengeki Sentai Changeman também na casa da Janaína. Mas foi com Choushinsei Flashman (que desde 1989 eu assisto seja na TV, seja em DVD ou Blu-Ray, seja no YouTube) que eu me encantei com Jin, Dai, Bun, Sara e Lou a partir daí, com um álbum de figurinhas e um Prisma Laser e até ganhei um álbum (vinil) da trilha sonora da série. Enquanto isso, eu aprendi com o que ela (Ana Lúcia Bandeira, tia biológica) me ensinou com os contos de fadas seis anos antes: comecei a escrever meu primeiro conto de fadas, Meu Jeffrey Jones, e alguns desenhos meus (que ao longo dos anos e depois de serem feitos a lápis de cor, giz de cera e hidrocor, são hoje feitos por computador usando photoshop, Corel Draw, etc., presente até no meu iPod Touch ou Tablet). Além disso, "revivi um momento de contos de fadas" lendo e escrevendo contos e temas-livres assim.

Adorei viver minha infância boa, cheia de contos de fadas, divertida e fabulosa - embora estivesse diante dos obstáculos - porque eu fui uma criança da década de 80 - e uma menina que se encantava com os contos de fadas naquela época, como todas as meninas de hoje se encantam com os mesmos hoje em dia. Quando eu vejo uma menina de seis ou sete anos (mais ou menos) lendo um livro de conto de fadas, eu, sorridente, relembro um pouco da minha infância e aí eu penso: "Será que, no futuro próximo, minha filha vai ler essas historinhas também? Creio que sim." E, claro, sou uma admiradora de contos de fadas que se encanta com os mesmos - e desde quando eu tinha cinco anos de idade - e espero que as futuras gerações de garotas também sejam. Lembre-se que todos nós fomos crianças um dia (sim, você leu direito!), mas podemos relembrar a nossa infância com carinho. Talvez possamos fotografias ou objetos que usamos na infância. Reviva você sua própria infância, faça como eu. E Deus vai te honrar. Conforme diz a letra da canção: "Uma história de amor, de aventura e de magia só tem a ver quem já foi criança um dia." Tenha certeza de que os anjos de Deus vão te proteger também e você que é criança - e que já a foi um dia também - siga sua estrela em busca de um sonho e realize seu desejo. Para que um dia as futuras gerações façam o mesmo que tivera ocorrido na infância.

P.S.: Já fui criança naquela época e revivo a minha infância agora. E você?