sexta-feira, 20 de julho de 2012

Meu Jeffrey Jones






Era 1992. Jeffrey Jones, na época com 22 anos (e depois de ter batido a cabeça no chão após o pouso de volta àquela época), sabia que tinha 20% da amnésia, por isso não sabia de nada. Ira (pronuncia-se "ayra"), a menina do arco-íris, chega aonde ele está e, disposta a ajudar Jeff, o conduz a um lugar paradisíaco chamado Irisville, onde há um arco-íris no horizonte. Lá, Jeff e Ira conhecem Phineas (do QG dos Viajantes), Natan e Angela (da Praia dos Calientes), Nana (de Rikeru), Elam (de Styles), Katsuo e Rumiko (de Nippontown) para curar a memória de Jeff. Foi assim que Jeff recuperou sua memória com o auxílio da cromoterapia (Cromotherapy) - antes chamado de "Iristerapia" - e ele voltou a se lembrar do que aconteceu (e ele foi curado milagrosamente!). Quando Jeff voltou para Nova York pouco depois, ele reencontrou sua namorada havia dez anos: Vanina, amiga de Calpúrnia que é também amiga de Jeff e ele mostrou o medalhão iridescente que ele ganhou da menina do arco-íris.

(Texto reescrito por Tatianna Raquel)







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Trívia:

O livro foi escrito por mim em 1989, assim sendo a primeira obra-prima (e primeiro conto fabuloso) a conter algumas premissas da série Voyagers! (NBC, 1982-1983) e Changeman, elementos cheios de fantasia, romance e muita aventura, como no estilo The Neverending Story (Die unendliche Geschichte, 1984), filme alemão de língua inglesa dirigido por Wolfgang Petersen. Tudo voltado ao público pré-adolescente.

Neste conto é mencionada a palavra "iristerapia", variante de "cromoterapia", que é a prática da utilização das cores na cura de doenças. Vem sendo utilizada pelo homem desde as antigas civilizações — como Egito antigo, Índia, Grécia e China — com o objetivo de harmonizar o corpo, atuando do nível físico aos mais sutis. Para Hipócrates, saúde e doença dependem da harmonia entre meio ambiente, corpo e mente.

É também o primeiro conto a falar de temas como amizade, lembranças boas e, acima de tudo, o primeiro amor.